A MULHER NO MERCADO DE TRABALHO

A MULHER NO MERCADO DE TRABALHO

A MULHER NO MERCADO DE TRABALHO

O Tribunal Superior do Trabalho/TST realiza uma série de vídeos em sua página no Youtube (https://www.youtube.com/user/tst) sobre diversos temas relevantes para a Justiça do Trabalho. O projeto denominado “Jornada” chama a atenção pela qualidade e pelos dados apresentados.

O quinto episódio, em especial, aborda o tema da mulher no mercado de trabalho. Mulheres de diversas áreas, de empresárias à ministra do próprio TST, são ouvidas e suas realidades retratadas.

Além das entrevistas, alguns dados são apresentados e se pode dizer que alguns são animadores, tendo em vista que “atualmente, a população feminina ocupa 45% das vagas de emprego registrada no país”. Não se pode dizer que esse é um número ideal, principalmente se for levado em consideração que a população feminina no Brasil é superior à masculina, mas certamente é uma evolução em comparação a tempos pretéritos.

Contudo, não é só de flores que esse mercado vive. O vídeo mostra que “em relação aos cargos de chefia nas empresas, as mulheres ainda são minoria”. Os números revelam que há caminho a ser percorrido e espaço a ser conquistado. Todavia, se observar que essa diferença já foi muito maior, tem-se que também sob esse aspecto há evolução. Fato que deve servir de estímulo para o necessário e contínuo enfrentamento das desigualdades.

Recentemente, a Organização Mundial do Trabalho divulgou pesquisa que expõe que “três entre quatro empresas brasileiras que promovem a diversidade de gêneros em cargos de liderança, dizem ter obtido aumento de 5% a 20% nos lucros”, cujos dados merecem divulgação para fomentar a redução da desigualdade.

Uma palavra nessa pesquisa é importante e coaduna com os ideais de nosso escritório: o respeito à diversidade, ao direito à diversidade. A defesa em foco é para que mulheres tenham os mesmos direitos e garantias que qualquer homem. De fato, que as pessoas tenham os mesmos direitos, independente de sexo, credo, orientação sexual, raça, cor ou origem, o que tem que ser levado em conta é a competência, e só ela!

O CSG Advocacia e Consultoria parabeniza o Tribunal Superior do Trabalho pela iniciativa. Por mais projetos assim.

Jorge Candido Lopes - advogado associado do Caetano de Paula, Spigai & Galli Advocacia e Consultoria.